Enquanto a população brasileira se alimenta inadequadamente e consome gordura saturada em excesso, a população de Florianópolis está no topo da alimentação saudável. Além disso, a capital catarinense tem o melhor índice quando se trata da prática de exercícios. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 10/04, pelo Ministério da Saúde.
Alimentação
De acordo com a pesquisa, Florianópolis lidera o ranking das capitais brasileiras sobre o consumo de cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças. O índice chega a 25% da população. Neste item, a capital com a pior colocação é Rio Branco (AC) com 11%. Na média nacional, 20,2% da população ingere a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de cinco ou mais porções ao dia.
Capital do exercício
Outro dado importante divulgado no levantamento do Ministério da Saúde é que Florianópolis lidera o ranking das capitais brasileiras em relação à prática de exercícios. De acordo com o ministério, 41% da população de Floripa pratica atividade física durante o tempo livre. Enquanto isso, a média nacional indica que 30% da população no país faz exercícios.
Na avaliação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o alto índice está relacionado à oferta de espaços livres no município.
– O desafio no país está em construir mais espaços públicos para a prática de exercícios – avalia.
Padilha destacou ainda a criação das Academias de Saúde, do governo federal. Conforme o ministro, nos locais onde as estruturas foram criadas, o número de pessoas que praticam atividade física aumentou em 30%.
Estudo nacional
Os dados são da última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), promovida pelo Ministério da Saúde, em parceria com Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo. Foram entrevistados 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011.
O estudo retrata os hábitos da população brasileira e, conforme o ministério, é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde. Realizado desde 2006, o levantamento aborda itens como tabagismo, excesso de peso, consumo alimentar, atividade física e consumo de bebidas alcoólicas, fatores de risco para doenças crônicas como diabetes e hipertensão.
Fonte: Diário Catarinense
Confira os dados do Vigitel
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